O ecrã de exportação escreve um único ficheiro: money_tracker_<timestamp>.json, contendo cada conta (com tipo, instantâneo do saldo e metadados), cada categoria (do sistema e personalizadas) e cada transação (data, valor, conta, categoria, nota, tipo). Um ficheiro, a base de dados toda.
Você escolhe onde vai. O iOS abre o seletor de documentos, o Android abre o Storage Access Framework, portanto o ficheiro pode aterrar em iCloud Drive, Google Drive, uma pen USB ou qualquer app de terceiros registada como Documents provider. Nada o obriga a uma cloud específica.
Ao lado do seletor está a folha de partilha do sistema. Dali o ficheiro vai direto para email, app de mensagens, app de notas, AirDrop ou Nearby Share — de ponta a ponta pelo sistema, nunca pelo Money Tracker.
JSON é texto simples. Abra o ficheiro em qualquer editor e vê a estrutura: um objeto com os arrays accounts, categories e transactions, cada entrada um registo plano com campos nomeados. Sem blobs em base64, sem contentor cifrado, sem esquema preso à versão.
A importação aceita o mesmo ficheiro. Se uma entrada importada partilha um ID com uma existente, a importação sobrescreve no lugar em vez de duplicar — assim uma exportação recente sobre uma mais antiga só acrescenta as linhas verdadeiramente novas.